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segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Recomendações musicais: Devin Townsend - Addicted
If there's an album I was addicted to this year, it was Devin Townsend's "Addicted". And it was surprising to me because I never heard Strapping Young Land or any other Devin's previous projects. But this really is good stuff. And it's mainstream metal too for non-metal listeners. So, I'm suggesting it both to metal lovers and to casual metal listeners or even just usual rock fans. This is a great album regardless of what you listen to and it was definitely one of the best albums to come out in 2009. This is very tasteful music, written by one of the wildest personalities in metal today, a great songwriter which is also a great musician. I really admire him for that. In the end, "Addicted" really is an addiction and so much of what the album is about has to do with it.
Album quote: We don't even understand Something's going on
domingo, 14 de março de 2010
Álbum do mês: We Are The Void
The newest addition to my CD collection is Dark Tranquillity's "We Are The Void". The most consistent and interesting band in the melodic genre to me is back. Regardless of what people say about them, and their misconceptions about the "gothemburg sound", Dark Tranquillity is a band that lives beyond that, and was always an original force in the metal scene since the 90s. They were never a cliché, they pushed the boundaries of what their sound could be and were always very deep in their lyrics, exploring much more than the surface of things. 20 years later, they release this album and it's a celebration for me and all fans alike. The best thing that could have happened to me this year was to have them play in Lisbon later this year, in October. It'll be the first time I'm gona have the pleasure of seeing them live, after so many years as a fan. Pretty sure I'm gona cry, as it always is when I first see a band live that has touched me and changed me so thoroughly. Let the celebrations begin...
And don't you feel like a void sometimes?
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Arch Enemy live at Incrível Almadense
Pois é, foi dia 4 de Dezembro que este furacão de energia passou por Portugal. Eu já sigo a carreira dos Arch Enemy há pelo menos 3 anos e sou fã convicta, apesar de todas as críticas que lhes apontam. Sou fiel, porque gosto de facto, sem preconceitos e com toda a liberdade que o metal me dá e que eu recebo. Falo de heavy metal, pois bem, falo com orgulho e uma pitada de clandestinidade, que até me agrada, é como fazer parte de uma tribo secreta, mas que nos últimos anos regressou à vida, saiu da sombra, as it were, mas a sombra não chega a toda o lado. Hoje em dia, é, de facto, possível estar-se num concerto com grandes executantes, excelentes músicos, com imenso público que brilha em toda a sua efervescência, e mesmo assim ninguém saber. Ou melhor, o mainstream não sabe nem espera que estas bandas, que vendem mais discos originais que muitas bandas que passam na MTV e na rádio. Sim, porque hoje em dia, quem compra CDs originais é quem gosta de facto de música. Gosta de ouvir os sons, a melodia, a combinação dos diferentes instrumentos. Porque quem se desloca a uma loja de discos e está disposto a gastar pelo menos 10E num CD original tem de gostar de música porque era tão mais simples "roubar" tudo na net e ser feliz dessa maneira. Eu fiz uma escolha, há algum tempo. Escolhi apoiar as bandas, compro CDs, DVDs, merchandise, uma escolha consciente de ajudar as bandas que tanto me dão emocionalmente. Há pessoas que não pensam como eu, para eles a música é um bem que possuem, para mim é arte. Podia divagar e escrever três mil palavras sobre o que é ouvir heavy metal, ouvir música progressiva, música provocadora, aqui o heavy metal é só umas das maneiras de ir contra o sistema, de pensar mais para além, de construir a partir do caos. É curioso, mas esta música que se faz é tão parecida à poesia, têm a mesma missão, são análogas em tantos conceitos, apesar de o poderem fazer de forma diferente.
À parte da poesia e da música, uma imagem vale mil palavras. E esta que aqui partilho é a definição do metal e também a definição de poesia, pelo menos é a minha definição, sempre incompleta, mas verdadeira. O mesmo arrepio na espinha que senti quando os Arch Enemy entraram em palco, é o mesmo arrepio que sinto sempre quando penso que podia nem sequer conhecer a música que por aí se faz e que vai muito para além do que nos mandam ouvir e o que não nos pode assustar.
À parte da poesia e da música, uma imagem vale mil palavras. E esta que aqui partilho é a definição do metal e também a definição de poesia, pelo menos é a minha definição, sempre incompleta, mas verdadeira. O mesmo arrepio na espinha que senti quando os Arch Enemy entraram em palco, é o mesmo arrepio que sinto sempre quando penso que podia nem sequer conhecer a música que por aí se faz e que vai muito para além do que nos mandam ouvir e o que não nos pode assustar.
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