Mostrar mensagens com a etiqueta my poetry. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta my poetry. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Going back to the past - old poems: gry































gry

there is a time in our lives where we recognize ourselves.

and then we ask ourselves: what have i been doing so far?

protecting myself.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A Homage to Skins (poema meu)

pousa os teus lábios nos meus
até esquecermos de onde viemos

descansa o teu coração no meu
até o pensamento nos libertar
da tensão que não repousa
do amor que nunca pára de escorrer
tal é a sabedoria que transporta
nesta hora de cumplicidade

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Os meus poemas: my old poems - auguries of innocence


Some are Born to sweet delight,

Some are Born to Endless Night.
We are led to Believe a Lie
When we see not Thro the Eye
Which was Born in a Night to perish in a Night,
When the Soul slept in Beams of Light.
God appears, and God is light
To those poor Souls who Dwell in Night,
But does a Human Form Display
To those who Dwell in Realms of Day.

Auguries of Innocence, William Blake (1803)

auguries of innocence

o que acontece quando vemos o mundo?
o que acontece quando percebemos que o mundo é um cavalo
de flores com o inferno à volta da cintura?
o que acontece quando deixamos de o sentir
na palma da nossa mão?
quando o mundo e as suas formas nascem de novo em todas as noites.


o que diz o mundo que seja verdade?
o que o mundo me sussurra ao ouvido, com a mão sobre o meu ombro,
é tudo inventado.

o que acontece quando sentimos o mundo?
o que acontece quando deixamos sair dos olhos a inocência?

o que acontece quando sabemos que o mundo é uma estrada de areia?
o que acontece quando deixamos que o mundo nos minta?
o que é que nos diz o mundo que possamos ver?

o que acontece no mundo quando o mundo que achamos ser mundo
é a raiva e o espírito do sangue humano.
quando fomos um mundo que existiu
exclusivamente dentro de nós.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

My published poems: ns

Today is actually a very special day, one in which I share one of my published poems. It's actually the last poem of my collection "Música Morta, Vidas em Caixões". I kinda forgot about this poem for a while because I thought it was a bit dramatic, albeit ironic, but today I was reminded of my own poem by a photo I saw. And I just thought this photo suited the poem perfectly, better than anything else I could find at the time, for sure. So I'm putting them side by side, to hopefully enhance the reader's experience.





ns

law of masks. i'll give you mine if you give me yours.
let's be childish on purpose.

draw your fingers in my hands.
they are yours if you draw them.
let's pretend we know love.

we could watch the damage in other people.
you can abuse me if you find me.
let's play hide and seek.

diddle with werewolves when they sob.
i'll let you be my imaginary friend
if you have a second personality.
let's ask why randomly.

tonight we play with your puzzles and my charades.
i'll share my sins if you play with me.
let's be infantile and kill ourselves.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

domingo, 18 de julho de 2010

My poems: deeper grey

sometimes I walk alone
soaked in blood and rain
allowing tears to form
tasting the fear of feeling
life's pulse in raptures

I woke up today
in a haze of love
and all my resistance caved in
into a deeper grey

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Novo poema: m.e.d.o

m.e.d.o (parte I)

começo a sentir
as mãos a acariciarem
sensualmente
o meu pescoço

começa o medo
a envolver-me
por entre
os teus
raios de luz

qual alma que esvoaça
do corpo
e se lança
no turbilhão
da vida

começa
a transformação
a recolha interior
o gritar na parte de dentro

aquilo
que desejaria roubar
o sentimento mais primitivo

começa no corpo
a mudar de posição

começa com o medo
a estender-me a mão